Em entrevista à Rádio CBN Recife, o Professor Marcelo Sampaio de Alencar, presidente do Iecom, fala sobre o seu novo livro Sexo Conexo, lançado na última sexta (12/03). Um livro de divulgação científica sobre evolução, sexo e relacionamento, em formato de romance com glossário de termos científicos e ampla bibliografia.
O áudio da entrevista pode ser obtido aqui.
O presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica (SBEB), Renato Zângaro, esteve nesta terça-feira, 22, na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), onde se reuniu com o corpo docente da Unidade Acadêmica de Engenharia Elétrica, no auditório do Instituto de Estudos Avançados em Comunicação (Iecom), para analisar a possibilidade de integração de seus pesquisadores na implantação de uma unidade de formação de recursos humanos em Engenharia Biomédica na instituição. 
Mais informações sobre essa visita podem ser encontradas na página da UFCG.Noicias da UFCG
Instituto de Estudos Avançados em Comunicação é reconhecido como Bem de Utilidade Pública
Instituto de Estudos Avançados em Comunicação é reconhecido como Bem de Utilidade Pública
O Iecom, instalado na UFCG, desenvolve estudos nas áreas de Comunicações Móveis, TV Digital, Redes Ópticas e Computação Aplicada.
Desenvolvedor de projetos de repercussão nacional, que cooperam com a modernização tecnológica do país, o Instituto de Estudos Avançados em Comunicação (Iecom), instalado na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), acaba de ser reconhecido, por Lei Municipal, como Bem de Utilidade Pública.
Com esta medida, os poderes legislativo e executivo campinenses destacaram a expressão conquistada pelo instituto, nos cenários da pesquisa brasileiro e internacional, contribuindo para o reconhecimento e a divulgação do nome de Campina Grande como centro de referência nas áreas de conhecimento científico e tecnológico.
Estudante de Engenharia Elétrica e integrante do Iecom, Lucas Paixão falou que este reconhecimento confirma o comprometimento do instituto com os propósitos da sua existência e traz orgulho para todos que o fazem. “Honra o nosso fazer ciência, que extrapola as fronteiras acadêmicas e mergulha na coletividade. O nosso projeto Museu do Futuro traz muito disso, por exemplo.”, destacou.
Constituído em 1º de julho de 2003, o Iecom comemora,neste ano, cinco anos de existência, de cooperação e parceria com a UFCG no desenvolvimento de convênios, estudos e pesquisas, oferecendo estágios e bolsas que contribuem para a inserção dos estudantes no mercado de trabalho.
Pessoa jurídica, de direito privado, e sem fins lucrativos, o instituto tem como uma das finalidades estatutárias principais, além da promoção da ciência nacional, o desenvolvimento das tecnologias de telecomunicações no País.
Na área de Televisão Digital, por exemplo, algumas das pesquisas desenvolvidas ou orientadas pelo seu presidente, professor Marcelo Sampaio, da Unidade acadêmica de Engenharia Elétrica da UFCG, estão sendo de fundamental importância para a implantação do sistema no país
Seis laboratórios, um auditório e biblioteca com moderna literatura, entre outros equipamentos, permitem a realização de estudos nas áreas de Comunicações Móveis, Redes Ópticas, Computação Aplicada, Planejamento Celular, Simulação de Redes GSM e UMTS, Processamento Digital de Voz, Processamento Digital de Imagem, Televisão Digital, Biomédica e Tecnologias Assistivas.
(Marinilson Braga – Ascom/UFCG)
Telefonia IP é porta de entrada para ataques
Segundo Alessandro Paganuchi, da área de Segurança da Informação do CPqD, as implantações de voz sobre a rede de dados das empresas não têm vislumbrado várias regras básicas de segurança, o que abre brechas para as mais variadas ameaças.
A segurança das informações é hoje uma das grandes preocupações de uma empresa, independente de seu ramo de atuação e de seu porte. Bilhões de dólares são gastos todos os anos em soluções que possam proteger as redes de novos tipos de ataques que surgem a todo o momento. No entanto, com o advento cada vez maior da convergência das redes de dados e voz, parece que muitas vezes as regras básicas de segurança estão se...
Segundo Alessandro Paganuchi, da área de Segurança da Informação do CPqD, as implantações de voz sobre a rede de dados das empresas não têm vislumbrado várias regras básicas de segurança, o que abre brechas para as mais variadas ameaças.
A segurança das informações é hoje uma das grandes preocupações de uma empresa, independente de seu ramo de atuação e de seu porte. Bilhões de dólares são gastos todos os anos em soluções que possam proteger as redes de novos tipos de ataques que surgem a todo o momento. No entanto, com o advento cada vez maior da convergência das redes de dados e voz, parece que muitas vezes as regras básicas de segurança estão sendo esquecidas. “A adoção da telefonia IP tem muitos motivadores, mas a segurança sem dúvida não é um deles”, comentou Alessandro Paganuchi, da área de Segurança da Informação do CPqD, durante apresentação realizada na Interop.
Segundo o especialista, há toda uma gama de ameaças para as quais a instalação de um sistema de telefonia IP abre brechas. “Ao passar o sistema de telefonia de uma rede de telecomunicações convencional para uma de dados, ele passa a estar exposto aos ataques de hackers já existentes e a outros que estão surgindo só para estas soluções. O ambiente IP é vulnerável a vírus, worms e DoS, e é crescente a evolução das falhas na sua telefonia”, considerou. Para apoiar seus comentários Paganuchi citou o SANS Institute, para quem a falta de segurança nos sistemas de telefonia IP é grave e alarmante: “na lista das 20 principais ameaças do instituto, este tipo de solução apareceu entre as 10 primeiras em 2007 e deve voltar a figurar em 2008”.
Vítima do próprio sucesso
Para o especialista, a solução está sendo vítima de seu próprio sucesso, uma vez que a adoção cada vez maior chama mais a atenção dos hackers. “Além disso, o hacking da rede de telefonia é muito fácil, pois há várias ferramentas simples e gratuitas disponíveis na Internet para isso”, comentou. Entre os tipos de ataques que podem ser realizados Paganuchi citou o eavesdropping (grampo), o vishing (phishing de voz), toll fraud (fraudes), DoS e até mesmo uma espécie de spam telefônico, o SPTT (spam over IP telephony).
Já como causas para estas falhas o especialista citou o excesso de confiança em grandes fabricantes, processos de homologação impróprios, equipamentos mal configurados, implantações básicas, redes mal projetadas, ausência de políticas restritivas, e falta de conhecimento do pessoal de TI, que geralmente não está preparado para dar suporte a sistemas de telefonia IP. Da parte dos fabricantes, Paganuchi acha que uma grande preocupação com o time-to-market tem deixado a segurança para depois. “Já encontramos vulnerabilidades sérias tanto em produtos comerciais quanto em softwares livres e vários telefones IP”, afirmou.
Projeto VoIP Seguro
Acompanhando o crescimento do mercado de redes convergentes, o CPqD criou, há cerca de um ano, o Projeto VoIP Seguro. Através dele, a entidade tem usado seus laboratórios para detectar ameaças, estudá-las e descobrir maneira de preveni-las. “É o que chamamos de a segunda onda da telefonia IP. São as empresas que já usam a tecnologia e agora querem buscar a segurança”, disse.
Através de uma metodologia própria, a equipe de segurança do CPqD faz uma análise estratégica e tecnológica das soluções usadas, avalia os riscos e propões ações. Questionado sobre como está a procura das empresas por esse tipo de consultoria, Alessandro Paganuchi afirma que ainda está bem no início, principalmente em função de se tratar de um mercado novo. “Muitas ameaças ainda não se concretizaram aqui, mas é uma questão de tempo”, finalizou.
Fonte: IP News
Capes lança edital em nanobiotecnologia
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) publicou o primeiro edital do Programa Rede-Nanobiotec-Brasil, que apoiará a produção de pesquisas científicas e tecnológicas com foco na formação de recursos humanos.
Serão destinados até R$ 600 mil por ano por projeto, totalizando o máximo de R$ 2,4 milhões no período de quatro anos. Os projetos serão apoiados por meio do financiamento de missões de estudo, pesquisa e docência. A Capes receberá as propostas até 30 de setembro e os resultados da avaliação de mérito dos projetos serão divulgados em novembro.
Segundo a Capes, o edital apoiará a implantação da Rede de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, Cooperação Acadêmica e Acadêmica Empresarial, visando à formação de recursos humanos, além de estimular e apoiar projetos conjuntos de pesquisas.
O financiamento à formação dos recursos humanos dará ênfase ao estudo das implicações de produtos, processos e serviços nanotecnológicos em saúde, meio ambiente, agronegócio e alimentos.
As missões de estudo, pesquisa e docência devem ser planejadas de modo a assegurar a implementação das ações de interação entre as equipes, consolidando assim as redes de cooperação. Cada projeto terá duração de quatro anos para o exercício orçamentário e cinco para a execução de suas atividades.
As equipes participantes de cada projeto deverão ser formadas por pesquisadores, professores, engenheiros, técnicos e estudantes vinculados às instituições brasileiras de pesquisa, desenvolvimento e inovação, públicas ou privadas.
Mais informações: www.capes.gov.br/editais/abertos/nanobiotecnologia.html
Fonte: Agência FAPESP.








